Carta aos amigos do Grupo Escoteiro Visconde de Mauá

Carta aos amigos

Tentarei ser o mais breve possível, mas desde já peço desculpas se, mesmo tentando, não o conseguir.

Do fim da 2ª Grande Guerra para cá, muito se tem falado frequentemente em Goebbels como o pai da máxima: UMA MENTIRA REPETIDA MIL VEZES TORNA-SE VERDADE”. Não são necessárias mil vezes, desde que habilmente ditas como verídicas no momento oportuno.

Vou dar minha versão aos fatos sobre os acontecimentos dentro do projeto de formação do GRUPO ESCOTEIRO VISCONDE DE MAUÁ em Magé.

Digo minha versão por motivo óbvio, uma vez que várias versões apareceram em outros locais da internet, todas usando espaço com o nome acima; são versões fantasiosas, cujo recheio não é mais do que inverdades; ou: as verdades de goebbels !!!

Assim, isto posto, vejo chegada a hora de trazer a público minha versão, repito, por ser a expressão da verdade dos fatos, sem fantasias, sem o uso de subterfúgios próprios daqueles que se camuflam na inverdade para esconder ato espúrio: a traição.

A tentativa de fundar um Grupo Escoteiro em Guia de Pacobaíba, 5º Distrito de Magé, deu-se por sugestão do jornalista Carlos Meritello, já ao fim de 2006, na opinião dele fazia falta à juventude mageense algo além, muito além dos “fliperamas”. A primeira reunião sobre este assunto aconteceu no ateliê de uma artista plástica residente nesta região.

Na 1ª edição do jornal BATEPAPO de 2007 lá estava a chamada para o público-alvo; a juventude!

Assuntos vários inviabilizaram o prosseguimento da ideia.

Seis anos depois, em outubro de 2013, recebi novo convite para a fundação de um Grupo Escoteiro, por parte de um companheiro de serviço, Sr. Paulo Alexandre. Após uma conversa onde expus minhas ideias sobre o assunto, onde as responsabilidades individuais foram expostas, encaminhamos à UEB – União dos Escoteiros do Brasil, oficio datado de 05 de novembro de 2013, e protocolado nesse mesmo dias, conforme cópia autenticada pela UEB que se encontra em meu poder, bem como todas as outras cópias onde existem as autenticações protocolares da UEB.

A receptividade da UEB foi imediata, tanto que duas semanas depois, a 19 de novembro, recebemos a visita do Sr. Ivan Cardiano, Chefe do 100º GE/RJ, sediado em Teresópolis RJ, para a 1ª palestra aos adultos que compunham a (chamemos assim) Comissão Fundadora.

O nome do Grupo Escoteiro, por minha indicação e aprovação unânime dos membros da comissão foi GRUPO ESCOTEIRO VISCONDE DE MAUÁ, numa justa homenagem ao maior e mais importante Empreendedor Individual do Brasil, conforme autorização específica expedida pelo Chanceler do Memorial Visconde de Mauá, Professor Eduardo André Chaves Nedehf – Marquês de Viana, e sua mãe, a Senhora Francisca Chaves Nedehf – Marquesa de Viana, respectivamente tetraneto e trineta dos Viscondes de Mauá, datada de 26 de novembro de 2013, a quem muito agradecemos.

Tal foi o sucesso da proposta que no dia 08 de dezembro de 2013, aconteceu a segunda fase para a fundação do NOSSO Grupo Escoteiro, denominado “Um Dia de Escoteiro”, nas instalações da Estrada de Ferro Mauá, a 1ª do Brasil, à Estrada Real de Mauá nº 1901, sob a “batuta” daquele que se tornou nosso amigo e conselheiro Chefe Ivan Cardiano, foi um sucesso, em todos os sentidos.

Desde o inicio que demos andamento ao trabalho de fundação em forma de reuniões, acontecidas na residência de uma família amiga que abraçou a causa, à Praia do Anil, onde vários fatores foram analisados. Convêm que se registre que todas as ações e decisões que tomei foram norteadas pelos regulamentos da UEB e orientação do Chefe Isaac Pinheiro Waquim, da Administração Regional da UEB/RJ.

Dando prosseguimento aos trabalhos, reunimo-nos no mesmo local – que prefiro, por motivos de respeito, não mencionar aqui – para a realização da Assembleia de Fundação do GRUPO ESCOTEIRO VISCONDE DE MAUÁ, no dia 24 de janeiro de 2014, quando foi eleita a Diretoria e cuja Ata se encontra arquivada na UEB/RJ e a cópia em nosso poder, autenticada no protocolo da UEB/RJ, no dia 29 de janeiro de 2014.

Nesta ocasião propus, e foi aceite por todos, que as inscrições de candidatos a Escoteiros e Lobinhos só se dessem após o período carnavalesco, e assim foi feito.

Torna-se indispensável o registro da presença do Sr. Nilvan Coutinho e esposa, Srª. Anna, em reunião das já citadas, foi interessante ouvir o Sr. Nilvam dizer ser sub-oficial dos Fuzileiros Navais e que gostaria de “poder fazer pela juventude brasileira o que fizera no Haiti, onde estivera em missão”, o que muito nos agradou, seria alguém com experiência profissional no trato de assuntos onde juventude seria ponto alto.

Entretanto no período que antecedeu o ato de inscrições, algumas das pessoas que compuseram o grupo fundador abandonaram os trabalhos. Sei que o acontecido se deu por motivos de interesses não atendidos por mim, afinal não poderia misturar as duas coisas; Escotismo e atos outros alheios ao escotismo, deixando sempre claro que minha obediência aos Princípios de Baden-Powell, ao POR – Princípios Organização e Regras, assim como ao Estatuto da UEB, desde os tempo de meu ingresso na instituição, lá pelo ano de 1976.

Assim, nossa primeira atividade em público aconteceu em 26 de abril de 2014, aquando da festa de comemoração do 160º aniversário da inauguração da Estrada de Ferro Mauá, a 1ªdo Brasil, lá no pier Mauá, Estação de Guia de Pacobaíba, onde classificamos como sucesso, nosso primeiro grupo de jovens foi apresentado ao Professor Eduardo Nedehf e a Senhora Dona Francisca, a quem muito agradecemos a honra de sua autorização, já acima mencionada. O Sr. Nilvan, sua esposa Srª. Anna e filha, inscrita como candidata a escoteira, estiveram presentes, de forma rápida, alegando outros compromissos.

Algumas outras mães e seus filhos(as) inscritos(as), ficaram mais tempo, por motivos profissionais e das atividades Escotistas, tive de desdobrar-me em atendimento aos convidados. Em nenhum momento rebaixando-me ao ato de “puxa-saquismo politico”, ato que por mim nunca foi executado, mas já fui acusado. Confundem, certas pessoas, a ação protocolar com outra coisa, no decorrer de minha vida, e quem me conhece sabe disso, nunca exerci tal atividade; subserviência política, conhecida como “puxa-saco”. Sobre o ocorrido que gerou este assunto falaremos adiante.

Desse dia para a frente passamos a realizar nossas primeiras reuniões naquela área, por pouco tempo visto que ao fim de março estávamos impedidos de o fazer por vários motivos. Assim, e graças à autorização do titular da Secretaria de Esportes, Turismo, Lazer e Terceira Idade, passamos a nos reunir, em caráter provisório no Poliesportivo Waldir Teophilo, à Praça da Guia, em caráter provisório. Aproveito a ocasião para registrar meu profundo e respeitoso agradecimento ao Senhor Leandro Rodrigues que, desde o 1º minuto desta caminhada nos deu apoio total, desde o inicio sem nenhuma troca de favores políticos entremeando nosso relacionamento.

Desde as primeiras atividades de adestramento, tivemos o auxílio do Sr. Nilvan e de sua esposa, Sr.ª Anna, logo nos apercebemos suas tendências de aplicação de atos, usos e costumes do linguajar militar no escotismo, o que por regulamentos é vedado mas … resolvi ir “podando” essa atitude lentamente, para não criar atrito e na certeza de que a caminhada estava só se iniciando e poderíamos acertar tais ato, lenta e gradualmente fui falando sobre o assunto, inclusive emprestando-lhe dois livros escoteiros, para que se fosse adaptando. Aqui registramos três exemplos: no escotismo as patrulhas são dirigidas por monitores, não por CHERIFES!!!, não usamos como punição a pratica de flexões para casos (por ex) erro no aplicar um nó nem usamos roupas ou instrumento privativos das Forças Armadas ou similares, o que é terminantemente vedado pelo POR.

Por infelicidade a minha, no dia 05 de junho de 2014 sofri uma queda no meu ambiente de trabalho, fraturando o 5º metatarso do pé esquerdo, levando-me a ficar ausente das atividades por 15 dias. Mesmo não sendo de interesse alheio devo dar uma rápida mostra do desmembramento do acidente. O tratamento recebido – bota de gesso – foi um erro profissional do médico que me atendeu no Hospital de Saracuruna, as chapas de RX em meu poder tiram quaisquer dúvidas, assim ainda nesta data, em que redijo esta carta, encontro-me numa interminável fila, aguardando uma cirurgia ortopédica para corrigir não só a fratura mas o erro médico, o que me obriga ao uso de bota ortopédica, causando-me embaraços e correndo o risco de amputação de meu, visto que o fator de ser diabético a isso pode levar-me, já se passaram mais de 5 meses em que estou com esse osso quebrado dentro de meu pé, ao descaso do serviço médico do SUS !

Mas, voltemos ao meu calvário.

Notamos, eu, Chefe do Grupo (Diretor Técnico) e minha esposa Filomena, a Akelá do Grupo que só haviam jovens que pertenciam ao credo Espírita, sendo que todos os jovens pertencia à entidade dirigida pelo Sr. Nilvan e esposa, vez por outra apareciam outros jovens de outros credos mas … não permaneciam.

O clamor por paciência e tempo para me curar, dava diapasão na minha conduta. Várias foram as atitudes d’algumas pessoas (mães de escoteiros(as) e lobinhos(as), que nos preocupavam, entre essas atitudes eram criticas contra a Diretoria; principalmente a Presidente. Mesmo dizendo-lhes que sendo a Diretoria composta por três membros, e que desses três membros dois estavam SEMPRE presentes; eu, Diretor Técnico e minha esposa Filomena, Diretora Financeira (eleita democraticamente e, principalmente pela falta de outra pessoa que quisesse assumir tal função), que o Conselho Fiscal, também três componentes, se fazia presente pela constante presença do Dr. Pedro, pai de um dos nossos escoteiros e da Senhora Isabel, dentro de suas possibilidades profissionais e familiares, de nada adiantava ou apaziguava. Como até então nunca se cobrara mensalidades, resolvi por em prática tal atividades, convidando a uma mães de uma escoteira e de um lobinho para tal missão, até pelo fator de ser ela a que mais insuflava entre as demais mães tal queixume, aceitou o convite, passando a arrecadar as mensalidades, tivemos algum tempo de paz mas … foi só por pouco tempo!!!

Tempo, eu pedia tempo e paciência.

Chegou o momento por mim tão almejado, o Curso Pré-liminar para escotistas, realizado no 7º Distrito Escoteiro, São João de Meriti, dias 23 e 24 de agosto/2014. Presentes: eu, a Diretora Financeira e Akelá Filomena, o Conselheiro Dr. Pedro e o Sr. Nilvan.

A esperança era de que o Sr. Nilvan pudesse absorver ensinamentos que nos proporcionassem um bom relacionamento, abandonando, principalmente, suas tendências de dar ênfase ao sistema “militarizante” de nossas atividades.

Foram dois dias muito produtivos, logo no primeiro dia um dos formadores teve de advertir o Sr. Nilvam de que deveria abster-se do uso de vestuário militar nas atividades escoteiras visto que trajava; desculpou-se dizendo que aquelas calças eram dos militares dos Estados Unidos, mas o formador em questão disse-lhe que era o mesmo, e deu informações sobre o assunto, falando do POR.

Infelizmente para mim não foram rosas esses dois dias, mais espinhos que rosas. As dores que sentia no meu pé levaram-me a tomar analgésico e … bem, uma pessoa sob efeito de analgésico não acompanha a totalidade dos acontecimentos mas, graças ao amparo de minha Esposa e do Conselheiro Dr. Pedro, consegui terminar o evento em contento, mesmo tendo passado por alguns instantes de sonolência, logo chamado à razão por Filomena, afinal não convinha dar parecença de desrespeito aos nossos formadores.

O Final, ao segundo dia, foi bonito, cada um dos presentes disse ao que ali foi, alguns recheados de profunda emoção.

Na vez do Sr. Nilvan, ele espraiou toda a sua emoção da oportunidade dali estar; finalizou com palavras de elogio e gratidão a este Velho Chefe Henrique. Foi emocionante, a meu lado uma chefe das presentes aconchegou-me a uma cadeira, temia que eu caísse, tal a emoção que me causara as palavras do Sr. Nilvan!!! Mal sabia ela, e os demais, que acrescia-se o fato de estar sob efeitos de analgésico (DIPIRONA – 40 gotas).

Durante o retorno a casa o Sr. Nilvan deu inicio a uma conversa; transformar o Grupo Escoteiro Visconde de Mauá em Grupo do Mar!!! disse, inclusive, que já tinha mantido contato com uma chefe de GE do Mar e que receberia ajuda!!! Não pude aceitar a ideia sem maiores cuidados, a saber; 1º)- é uma atividade de alto custo, a resposta do Sr. Nilvan foi que a Marinha do Brasil tinha verbas sociais e que poderíamos ter acesso a elas, sendo até mais fácil para ele!!! Confesso que não me agrada verbas oficiais, vez por outra temos escândalos por causa dessa situação!!! 2º)- dias antes deste acontecimento o Sr. Nilvan dissera-me que em janeiro de 2015 talvez fosse para o LIBANO, em missão de paz; PERGUNTO: (logo não ofendo) se o único que tinha condições de operar um Grupo Escoteiro do Mar ficasse ausente como se dariam as atividades?? Com “convidados especiais”?

No retorno das atividades pensei que tivéssemos uma trégua nas diligencias para depor a Diretoria (?), que nada, mesmo disfarçadamente o assunto continuava, a intenção era renovar a Diretoria com outros membros, todos do grupo religioso dirigido pelo Sr. Nilvam.

No sábado 20 de setembro de 2014, levamos a efeito a comemoração do Dia da Árvore com o plantio de mudas de árvores nativas de nossa região, à beira do canal no bairro Ypiranga, na Av. Do Canal, próximo ao Poliesportivo onde nos reuníamos, tais mudas foram providenciadas por nossa Conselheira Sr.ª Isabel, junto à Secretaria do Meio Ambiente de Magé, o que muito agradecemos ao titular da Secretaria. Como se pode ver em variadas fotos, o Sr. Nilvan, mais uma vez, desrespeitou as regras e apresentou-se (como sempre) com vestimenta camuflada (camiseta), o que já contaminava os meninos, um deles, lobinho, apresentou com camiseta e calça camuflada. O abuso do Sr. Nilvan neste sentido sempre foi uma constante no desrespeito à Regra 49 do POR: Dentro ou fora da sede, quando em atividade, os membros do Movimento Escoteiro usarão vestuário, uniforme escoteiro ou traje social, dentro das opções previstas neste POR, sendo expressamente proibido o uso de qualquer peça de uniforme ou equipamento de uso privativo das Forças Armadas ou com estas características, acatando a determinação expressa na Constituição Federal, no Inciso I de seu art. 142.

Mas, a baixaria ética deu seu ar de presença. A nossa Conselheira Isabel, pessoa cuja ação em prol do Grupo Escoteiro Visconde de Mauá é notória, embora sem alarde nem “fanfarras”, apareceu para participar e fotografar o evento; quase tivemos um espetáculo deprimente pois logo foi criado um clima de animosidade por parte de duas senhoras do grupo, tive de conter a triste situação, temperando os ânimos. Infelizmente mal      sabia que tudo não passava de um plano em andamento: “desestruturar para vontades alcançar”.

E lá fomos nós, guiados pelo desejo de conduzir as coisas da melhor forma, no sábado 04 de outubro, sábado, realizamos o 1º Fogo de Conselho, um preparativo para as promessas. Mais uma vez o Sr. Nilvan quebrou as regras; para meu desespero, quebrou a Regra POR 140 / XI – Não é permitido o uso de pólvora, fogos de artifício e materiais semelhantes em qualquer tipo de atividade escoteira.

A fogueira foi acesa com mecha de pólvora e o encerramento teve dois pontos de fogo de artificio, bem junto à fogueira!!!

No encerramento da atividade, recebi uma importância em dinheiro para compras na Loja Escoteira / RJ, o que realizei no dia 07, em companhia do Conselheiro Dr. Pedro.

Foi minha última ação como Diretor Técnico do 58º GE/RJ.

Desenrolava-se uma situação familiar difícil, minha esposa precisava viajar para atender chamado de família, pedi ao Sr. Nilvan que se fosse à minha casa para o por a par da situação e mostrar-lhe o material adquirido.

Ele lá esteve acompanhado pela esposa, Sr.ª Ana e filha. A coisa em minutos descambou para o lado da contestação, mesmo sabendo da situação familiar difícil. Acabei por proferir palavra inapropriada, embora sendo de uso diário e constante por adultos e jovens. Foi o mote para despoletar o “tiro de misericórdia”.

Uma chamada, no facebook do grupo dirigido pelo Sr. Nilvan, para uma reunião, o assunto era uma nova diretoria: percebe-se logo na leitura da convocação.

A dor causada por tanta ação desconforme do propósito Escoteiro, a agonia pelo sofrimento em família e a necessidade de preservar aqueles que me acompanhavam desde o inicio de uma “cassação de Mandato” espúria, levou-me à renúncia, e a de minha esposa, cansados que estávamos de tanta estratégia negativista.

Pedi auxílio à UEB/RJ para solucionar a crise, uma reunião foi agendada pelo Sr. Ivan Bordallo Gerente de Ações da UEB.

Foi realmente um espetáculo deprimente, presentes a Presidente da Diretoria, eu e minha esposa, o Conselheiro Dr. Pedro, o Sr. Nilvan e o Sr. Ivan Bordalo. Os trabalhos foram abertos pelo Sr. Ivan Bordallo, que nos separou em dois grupos, tivemos de desenhar, por três ocasiões, um pavão, por fundo musical a musica Pavão Misterioso de uma novela, tivemos de dizer o que sentíamos ao desenhar um pavão misterioso !!! Fiquei pasmado quando ao termino deste espetáculo o Sr. Ivan Bordallo reclamou que esquecemos de desenhar o penacho nos desenhos de Pavão Misterioso !!!

Depois sentamo-nos e o Sr. Ivan Bordallo deu início a uma preleção, onde falou de suas caminhadas em dia de muita chuva e consequente lamaçal no caminho, de uma atividade com seu filho etc.

Conheço o sistema, esse tipo de mediação é feito quando dois ou mais jovens estão em crise de convivência dentro do Grupo, não se aplica a uma situação muito seria de adultos !!!

O Conselheiro Dr. Paulo, já insatisfeito com o rumo da situação disse estar se retirando, não via nenhuma ação positiva, acompanhei-o até à porta e nos despedimos. Ao retornar fui recepcionado por riso de escárnio do Sr. Nilvan, parecia já contar “dito e feito” seu propósito. Esta atitude desrespeitosa desencadeou uma situação incontrolável, uma aflição centrada à região peitoral levou-me a pensar estar em andamento um enfarto, tentando aproveitar os momentos de lucidez que pensava estar chegando ao fim, explodi meu descontentamento, tanto pelo ato vil quanto pela forma de atuar em situação tão critica do Sr. Ivan Bordallo.

Saí da sala, acabei no serviço médico, nada mais era do que uma súbita elevação de pressão arterial, fui medicado e posto em oxigénio.

Tive de escolher entre minha saúde, minha vida, minha honra tão ultrajada e minha família que sofria, e ainda sofre uma dor de perda.

Fui chamado de louco; serei mesmo um louco??? Claro que não, atitudes drásticas na defesa de direitos e opiniões não são novidades;

 

“João Cap 2º V15. Então (Jesus) fez um chicote de cordas e expulsou todos do Templo junto com as ovelhas e os bois; esparramou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas”. Terá Jesus enlouquecido?

 

Até mesmo Moisés se revoltou quando viu seu povo adorando um beserro de ouro, lançando sobre os impios as tábuas da Lei:

 

“Êxodo 32:17 Ouvindo Josué a voz do povo que gritava, disse a Moisés: Há alarido de guerra no arraial. Êxodo 32:18 Respondeu-lhe Moisés: Não é alarido dos vencedores nem alarido dos vencidos, mas alarido dos que cantam é o que ouço. Êxodo 32:19 Logo que se aproximou do arraial, viu ele o bezerro e as danças; então, acendendo-se-lhe a ira, arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte; Êxodo 32:20 e, pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o, e o reduziu a pó, que espalhou sobre a água, e deu de beber aos filhos de Israel”.

Será então que se pode afirmar que Moises era louco?

 

Mais, poder-se-á dizer que Deus terá dado demonstarção de loucura quando:

 

“Lucas registra um discurso de Jesus sobre o julgamento de Deus (Lucas 17:20-37). Jesus usou alguns exemplos do passado para nos lembrar que o julgamento de Deus vem repentinamente e, às vezes, sem aviso (Noé – 17:26-27; Sodoma – 17:28-29). Ao mesmo tempo, ele cita a dificuldade de abrir mão das coisas desta vida (17:27,28). Logo depois, ele inclui uma linha que chama a nossa atenção: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (17:32)”

que foi tranformada em estatua de sal.

 

 

Pelo facebook fui chamado de caloteiro, de desonesto, de irresponsável e de louco, por gente que não sabia o que dizia, nem ao menos quem sugeriu que deveria ser interditado possui habilitação médica para tal diagnóstico. Na certa quer este lastimável episódio ainda terá mais uns tantos capítulos, espero ter saúde para suportar as “punhaladas pelas costas que ainda virão.

Chamaram-me de LOUCO, no dizer de Moacir Franco em um de seus poemas ser “LOUCO é ser inteligente”. Numa luta pela preservação de minha Honra, estarei SEMPRE ALERTA, bendizendo minha “loucura” por minha capacidade de lutar por meu sonhos e ideais.

Magé, 10 de dezembro de 2014

Henrique Luiz

Chefe Açor

 

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Sobre healsilu1947

Sou Cidadão português, nascido nd Ilha Terceira, Açores.
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